Pesquisar

sábado, 14 de janeiro de 2012

A reforma agrária - irmãos Graco

          A história da reforma agrária começa com os irmãos Graco no Império Romano.
          Tibério, eleito tribuno da plebe em 133 a.C., propôs uma lei que dizia que, quem possuísse mais de 310 acres de terra deveria doar o excedente para o Estado, com o objetivo de arrendar este terreno para os cidadãos pobres. O Senado se opôs a tal medida e após um tempo Tibério e seus aliados foram assassinados.
         Caio Graco irmão de Tibèrio foi eleito tribuno em 123 a.C., dez anos depois de seu assassinato. Caio elaborou leis para melhorar as condições de vida da plebe, e tentou dar continuidade a idéia de seu irmão de realizar uma reforma agrária em Roma e também foi assassinado junto com todos que apoiavam a lei.
        Acabaram entrando para a história como os primeiros a sugerirem esse tipo de atitude e até hoje são lembrados por todos. 

                                                                                                                    Yasmim

Os irmãos Graco tentaram modificar o modelo de distribuição de terras na Roma Antiga.

Por: Simei Miranda





A DESINTEGRAÇÃO DA REPÚBLICA ROMANA COMO ORDEM NA DESORDEM


A teoria da complexidade nas organizações, ao
se propor como desenvolvimento de uma estrutura de
referência para o entendimento da vida organizacional,
traz à tona a mesma e velha questão em torno da qual
todas as teorias dos sistemas organizacionais têm-se
pautado: o saber como gerenciar e organizar. STACEY
(1996, p.24), ao conceituar a ciência da complexidade,
afirma que as organizações de sucesso são sistemas
que tendem a estados de equilíbrio estável de adaptação
com sua sociedade, seu mercado e ambiente político.
Por detrás da compreensão de sucesso, esconde-se
uma pressuposição mais que evidente para a teoria da
complexidade: o sucesso numa organização está, de
certo modo, na conquista do controle de seu processo.
Assim, aparentemente, nada de novo na abordagem
da complexidade, uma vez que esta se desdobra a partir
da crítica ao paradigma gerencial do círculo vicioso:
prever e controlar.
O que a ciência da complexidade, no entanto, traz
de interessante para o entendimento da vida
organizacional é o seu foco no estudo dos fundamentos
da ordem inerente que se esconde em todos os sistemas
organizacionais. Em outras palavras, sua base analítica
está na evidência de que a tendência a auto-organizarse é um fenômeno que está na origem de todos os
sistemas. Todos os sistemas organizacionais tendem a
se constituir e se desintegrar, a partir de uma ordem
que só se manifesta em seu momento adequado.
O presente artigo pretende elucidar algumas das
categorias fundamentais da teoria da complexidade por
meio da interpretação de alguns fenômenos históricos
relativos a um dos grandes sistemas político-sociais do
Ocidente: o Império Romano em seu auge e decadência,
rumo à abertura de um novo humanismo.

Por: Simei Miranda

Irmãos Graco: reforma agrária - Lucas Dourado.


Tribunos e reformadores romanos, filhos de diplomata e governador de província. O mais velho, Tibério (164 a.C.?-133 a.C.), segue a tradição liberal da família desde o início da carreira, como questor na Espanha. Seu avô, Cipião, o Africano, herói da guerra entre Roma e Cartago, já havia sugerido a distribuição das terras entre os romanos.
Após ser eleito tribuno da plebe, Tibério propõe a Lei agrária, que tem como referencia a divisão das terras públicas, tendo como base a idéia de que o empobrecimento dos camponeses gerava uma tensão política. O senado acaba que recusando a proposta, vetada por outro tribuno, Otávio.
Mais tarde, após a morte de Tibério, seu irmão Caio Semprônio assume a liderança da facção radical dos populares. Como Tibério, Caio elege-se tribuno e continua o trabalho do irmão até que consegue distribuir terras publicas aos menos favorecidos.

Declínio do Imperio Romano - Lucas Dourado


O declínio de Roma teve inicio dentro do próprio império, o território foi expandido de tal forma que ficava cada vez mais difícil de proteger o império, fazendo com que os bárbaros tivessem mais facilidade em invadir Roma.
A medida que as invasões aumentavam, Roma sofria dificuldades com a economia , já que os exércitos precisavam ser abastecidos para que o numero de invasões diminuísse, No entanto faltava dinheiro para as construções públicas.
Além dos problemas políticos, há também contraste entre ideologias, cristianismo e a própria política, Os aristocratas acabavam abandonando suas antigas posições na sociedade Romana e aliavam-se á igreja, agravando ainda mais a situação da liderança romana, que já se encontrava deficiente.

Decadência do Império Romano - Paulo Padilha

Decadência e Queda do Império Romano 




O Império Romano do Ocidente (395-476 d. C.) resistia há mais de um século aos ataques dos seus inimigos exteriores, mas as suas fronteiras do Reno e do Danúbio permaneciam incólumes, apesar dos inúmeros sinais que profetizavam a próxima catástrofe. Nesta altura, era visível a miséria e degradação que reinavam nas províncias, esgotadas pelo mantimento dos exércitos e pela vida fausta dos imperadores. Entre os sintomas mais graves da ruína, contava-se: a diminuição da população e, consequentemente, dos contribuintes e dos possíveis soldados; o número cada vez maior de terras ermas, abandonadas pelos seus proprietários ou cultivadores para escapar às exigências do fisco; os constantes motins ou insurreições, tanto no campo como nas grandes cidades. Recentemente descobriu-se que, provavelmente, uma epidemia de malária pode ter enfraquecido a população romana na Itália e dizimado muitas vidas.

A política, inaugurada pelo próprio Augusto, de estabelecer colónias bárbaras dentro dos limites do Império e formar com elas grande parte dos exércitos romanos, teve como resultado a sua influência crescente, que se revela nos nomes de Arbogasto, Estilicão e Rufino. Destes bárbaros, estabelecidos no Império, partiram os primeiros ataques contra Roma. Os Visigodos, estabeleceram-se a sul do Danúbio com Teodósio. Dirigidos por Alarico e em nome do imperador do Oriente, ocuparam o Ilírico e a partir daí desolaram a Grécia, que pertencia ao Império Ocidental. Em 396, Alarico, perante o general de Honório, Estilicão, retirou-se novamente para a Ilíria e no ano 400 mudou-se com todo o seu povo para o Sul dos Alpes depois da terrível batalha de Pollentia, deixou a Itália até ao ano de 408, ano em que, sem qualquer oposição, marchou contra Roma, que só pode salvar-se mediante um forte resgate. Como as suas exigências, bastante moderadas, não foram atendidas por Honório, voltou a atacar Roma e obrigou Augusto a declarar guerra ao grego Átalo, tornando-se Alarico o seu comandante-em-chefe. Poucos meses depois, depôs o inapto Átalo e sitiou e saqueou Roma (410). O seu sucessor, Ataúlfo, guiou os Visigodos para as Gálias. Esta sucessão de eventos demonstra a anarquia reinante no Oeste, permitindo a Ataulfo lutar nas Gálias a favor de Honório e contra os Francos e, em Espanha, contra os Vândalos, Suevos e Alanos. Finalmente, Vália, sucessor de Ataulfo, estabeleceu-se na Gália ocidental com o consentimento de Honório, e fundou a monarquia visigótica. Nesta altura, também sob a égide imperial, a Espanha dividiu-se entre godos, suevos, vândalos e alanos. Estes últimos cruzaram o Reno e foram vencidos em Itália por Estilicão, tendo penetrado na Península Ibérica, até então livre de invasões, através das Gálias.
Honório morreu no ano 423. As províncias, à exceção da Bretanha, não tinham cortado formalmente os laços com o Império. A autoridade deste era simplesmente nominal e nas províncias estavam já em processo de formação os novos estados bárbaros. Ao longo do reinado de Valentiniano III, que sucedeu a Honório, destacam-se o estabelecimento dos Vândalos em África e a invasão dos Hunos de Átila. Os primeiros foram chamados pelo conde de África, Bonifácio, pelo ódio que nutria por Aício, conde de Itália, e em 440 tinham-se fixado definitivamente naquela região, se bem que reconhecessem a autoridade de Roma. Em 451, Átila invade as Gálias, acompanhado por tribos germânicas do Reno e do Danúbio, mas foi detido em Châlons pelos Visigodos e Romanos, unidos, a mando de Aécio, e teve que retirar-se para Panónia, a partir de onde, no ano seguinte, invadiu a Lombardia. Com o assassinato de Valentiniano III (455), o ramo ocidental da família de Teodósio extinguiu-se. 
As leis, a administração e a língua continuaram romanas, no entanto, a emancipação da Itália e de todo o Ocidente da influência imperial direta é considerada, com razão, como acontecimento que assinala a abertura de uma nova era. Este evento tornou possível o desenvolvimento da cultura germano-romana, facilitou o nascimento de diversos estados e nacionalidades, deu novo impulso à influência da Igreja cristã e levou à criação dos fundamentos do poder dos Pontífices.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Os irmãos gracos e a reforma agrária


Os irmãos Graco e a Reforma Agrária
Os irmãos Graco sofreram forte oposição ao seu projeto de distribuição de terras.               
Por: Isis Caroline Almeida fernandes Santos

 Netos do grande Cipião, o Africano, vencedor de Aníbal, e filhos de Tibério Semprónio Graco, um senador conservador que se notabilizou no governo da Hispânica, Tibério e Caio Graco pertenciam a uma das principais famílias da nobreza plebéia. Como não eram patrícios, podiam aspirar ao cargo de Tribuno da Plebe. Essa era, aliás, uma forma usual de os jovens das grandes famílias plebéias darem início às suas carreiras políticas.
Os optimates dominavam o Senado que, na oligárquica república romana, era o órgão responsável pelas nomeações para as principais magistraturas do Estado, como o consulado, a questura e o censurado. A excepção era o importante cargo de Tribuno da Plebe, uma magistratura destinada a defender os interesses das classes populares. Os tribunos eram eleitos pelos plebeus, gozando de importantes prerrogativas: poder legislativo (podiam criar leis, mesmo com a oposição do Senado), inviolabilidade da sua pessoa (imunidade total durante o exercício do cargo), e poder de veto de todas as decisões do Senado. Os Gracos, embora pertencessem à nata da aristocracia romana, foram tribunos da plebe com preocupações sociais.

O primeiro a ocupar o cargo foi Tibério, o irmão mais velho, que foi
eleito Tribuno da Peble  em 133 a.C, Tibério Graco lutava por uma reforma agrária que pudesse por um fim ao êxodo rural e estabelecer limites á propriedade da terra. Revoltados com a idéia, os senadores que eram os donos dos maiores latifúndios de Roma assassinaram Tibério Graco nas escadas do Capitólio que tivera  um pouco à semelhança do que aconteceria a César, acusado de pretender cingir o diadema. O Cipião Emiliano, seu cunhado, teria assim aprovado ou até participado na conjura para matá-lo. As propostas de Tibério foram retomadas ano depois por seu irmão Caio Graco, eleito pelo Tributo do peble em 124 a.C. Baseado no modelo da democracia e buscando minar o poder dos ricos,Caio Graco defendia as divisão de terra publicas e suas distribuição entre os mais pobres. Observando que não poderia esboçar uma reação, Caio acabou ordenando que um de seus escravos o matasse. 

Referencias bibliograficas: htpp//wwwbrasilescola.com/historiag/a-questão-agraria-roma.htm
 

Decadência e Queda do Império Romano

O Império Romano do Ocidente (395-476 d. C.) resistia há mais de um século aos ataques dos seus inimigos exteriores, mas as suas fronteiras do Reno e do Danúbio permaneciam incólumes, apesar dos inúmeros sinais que profetizavam a próxima catástrofe. Nesta altura, era visível a miséria e degradação que reinavam nas províncias, esgotadas pelo mantimento dos exércitos e pela vida fausta dos imperadores. Entre os sintomas mais graves da ruína, contava-se: a diminuição da população e, consequentemente, dos contribuintes e dos possíveis soldados; o número cada vez maior de terras ermas, abandonadas pelos seus proprietários ou cultivadores para escapar às exigências do fisco; os constantes motins ou insurreições, tanto no campo como nas grandes cidades. Recentemente descobriu-se que, provavelmente, uma epidemia de malária pode ter enfraquecido a população romana na Itália e dizimado muitas vidas.
A penúria agravava-se com as guerras civis e a rapacidade dos tiranos; mas, sobretudo, pelas incursões dos bárbaros, que aproveitavam todas as ocasiões para entrar em domínios de Roma e saquear as províncias. Entre os povos "bárbaros", destacam-se os Francos e Alamanos na fronteira das Gálias, os Pictos e Escotos na Bretanha, os piratas saxões em ambas as costas; os Quados, Sármatas e, sobretudo, os Godos no Danúbio, que penetravam na Panónia e Mésia, chegando até à Macedónia e Trácia. A política, inaugurada pelo próprio Augusto, de estabelecer colónias bárbaras dentro dos limites do Império e formar com elas grande parte dos exércitos romanos, teve como resultado a sua influência crescente, que se revela nos nomes de Arbogasto, Estilicão e Rufino. Destes bárbaros, estabelecidos no Império, partiram os primeiros ataques contra Roma. Os Visigodos, estabeleceram-se a sul do Danúbio com Teodósio. Dirigidos por Alarico e em nome do imperador do Oriente, ocuparam o Ilírico e a partir daí desolaram a Grécia, que pertencia ao Império Ocidental. Em 396, Alarico, perante o general de Honório, Estilicão, retirou-se novamente para a Ilíria e no ano 400 mudou-se com todo o seu povo para o Sul dos Alpes depois da terrível batalha de Pollentia, deixou a Itália até ao ano de 408, ano em que, sem qualquer oposição, marchou contra Roma, que só pode salvar-se mediante um forte resgate. Como as suas exigências, bastante moderadas, não foram atendidas por Honório, voltou a atacar Roma e obrigou Augusto a declarar guerra ao grego Átalo, tornando-se Alarico o seu comandante-em-chefe. Poucos meses depois, depôs o inapto Átalo e sitiou e saqueou Roma (410). O seu sucessor, Ataúlfo, guiou os Visigodos para as Gálias. Esta sucessão de eventos demonstra a anarquia reinante no Oeste, permitindo a Ataulfo lutar nas Gálias a favor de Honório e contra os Francos e, em Espanha, contra os Vândalos, Suevos e Alanos. Finalmente, Vália, sucessor de Ataulfo, estabeleceu-se na Gália ocidental com o consentimento de Honório, e fundou a monarquia visigótica. Nesta altura, também sob a égide imperial, a Espanha dividiu-se entre godos, suevos, vândalos e alanos. Estes últimos cruzaram o Reno e foram vencidos em Itália por Estilicão, tendo penetrado na Península Ibérica, até então livre de invasões, através das Gálias.


KAENE DURÃES