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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Jonathas Alves

                                            civilização fenícia

Os fenícios eram povos de origem semita que habitavam uma estreita faixa de terra localizada entre as montanhas do Líbano e o mar Mediterrâneo. Devido ao fato de habitarem uma região montanhosa, o que dificulta o desenvolvimento da agricultura, souberam utilizar a posição geográfica favorável que possuíam, fazendo do comércio marítimo sua principal atividade econômica.
A civilização fenícia não possuía uma hegemonia política; cada Cidade-Estado era independente militar e economicamente, chegando até mesmo a disputar rotas comerciais umas com as outras. O comércio marítimo fez com que os fenícios se tornassem os maiores navegadores da Antiguidade, tendo contato com cidades gregas e egípcias, além de tribos litorâneas da África e da península Ibérica.
Em virtude da necessidade de facilitar as trocas comerciais, esses povos desenvolveram o primeiro alfabeto fonético da história, composto por 22 letras. O alfabeto foi o principal legado deixado pelos fenícios, visto que o mesmo serviu para a criação do alfabeto grego e latino, usado pelo mundo ocidental.

Mesopotâmia

     A Mesopotâmia é considerada um dos berços da civilização, já que foi na Baixa Mesopotâmia onde surgiram as primeiras civilizações por volta do VI milênio a.C. As primeiras cidades foram o resultado culminante de uma sedentarização da população e de uma revolução agrícola, que se originou durante a Revolução Neolítica. O homem deixava de ser um coletor que dependia da caça e dos recursos naturais oferecidos, uma nova forma de domínio do ambiente é uma das causas possíveis da eclosão urbana na Mesopotâmia.
     Os mesopotâmicos não se caracterizavam pela construção de uma unidade política. Entre eles, sempre predominaram os pequenos Estados, que tinham nas cidades seu centro político, formando as chamadas cidades-Estados. Cada uma delas controlava seu próprio território rural e pastoril e a própria rede de irrigação. Tinham governo e burocracia próprios e eram independentes. Mas, em algumas ocasiões, em função das guerras ou alianças entre as cidades, surgiram os Estados maiores, sempre monárquicos, sendo o poder real caracterizado de origem divina. Porém, essas alianças eram temporárias. Apesar de independentes politicamente, esses pequenos Estados mesopotâmicos eram interdependentes na economia, o que gerava um dinâmico processo de trocas. Segundo Pierre Lévêque "o Estado mesopotâmico é, primeiro que tudo, uma cidade, à qual o príncipe está ligado por estreitos laços; é igualmente uma dinastia, legitimação do seu poder".





                      
                                                                                          Por : Mariluce Eduardo

A descoberta do fogo



EVOLUÇÃO
O que a gente consegue simplesmente riscando um fósforo, para nossos antepassados significou toda uma mudança na maneira de pensar.
O homo ergaster atinge a maturidade evolutiva e sai de casa. É mais ou menos assim que podemos entender as mudanças ocorridas um milhão e meio de anos atrás. A vida em grupo, numa forma primitiva de sociedade, e o cérebro desenvolvido do nosso ancestral, foram os fatores que permitiram a ele deixar a África, em busca de novas terras. 
Seguindo o curso do Rio Nilo, ele atravessou o continente e chegou ao Oriente Médio. A população aumentou e para conseguir comida, a espécie começou a migrar rumo à Ásia, na região onde hoje é a China.
Essa jornada épica levou milhares de anos. O homo ergaster foi tão longe que no fim da viagem ganhou outro nome: homo erectus. 
O homo erectus foi o primeiro dos nossos antepassados a povoar o Oriente. O curioso é que, quando foram encontrados os fósseis desse asiático pré-histórico, havia poucos vestígios daquele machado de pedra elaborado que o homo ergaster fazia na África, mais ou menos na mesma época. O motivo a gente pode arriscar uma explicação. Talvez o homo erectus tenha encontrado lá um outro tipo de ferramenta, mais fácil de manusear: o bambu.
O homo erectus vivia numa terra onde o instrumento que precisava brotava do chão. Pequenos veados e porcos podiam ser encontrados por toda parte do bambuzal. Mas o homo erectus não era um consumidor exigente.
Ampliar o cardápio não chegava a ser um problema para ele. Nossos antepassados, cada vez mais inteligentes, continuavam a se espalhar por todo o planeta. Será que já podemos considerá-los tão desenvolvidos como nós? Ainda não. Não é bem assim que caminha a humanidade.
Vamos acelerar a marcha do tempo. Um milhão de anos mais tarde, ou seja, 500 mil anos atrás. E testemunhar um fato incrível, que prova como esses hominídeos ainda eram muito diferentes da gente.
Estamos na África de novo, a terra do homo ergaster. Viajamos rumo ao futuro, mas nossos parentes ficaram presos ao passado.
Esta é a carcaça recém abandonada de uma presa. Adivinhe com que ferramenta o  homo ergaster cortou a carne do animal? A mesma que ele usava um milhão de anos antes:  um machado de pedra biface.
A tecnologia não avançou, mesmo depois de tanto tempo. É difícil imaginar uma maneira tão limitada de pensar. Isso não quer dizer que nossos antepassados eram burros. Apenas que o cérebro deles não funcionava como o nosso. Ainda havia muito o que aprender.
Para mudar essa maneira de pensar, foi preciso que o homem descobrisse algo extraordinário: o fogo. Não se sabe nem quando nem como isso aconteceu. Mas em algum ponto da história, os hominídeos aprenderam a usar o fogo. Assim, eles puderam se aquecer, se proteger dos predadores e ainda cozinhar os alimentos. Foi uma conquista gigantesca na evolução. Como nenhum outro animal antes, o homem passou a dominar o mundo.
Com o fogo, a noite já não trazia mais tantos perigos e diminuía a necessidade de se esconder ou lutar. Uma das hipóteses discutidas pelos especialistas é a de que essa descoberta mudou não apenas o modo de vida dos nossos antepassados, mas também a forma de pensar. O fogo teria dado ao homem dois elementos preciosos: oportunidade e tempo. Para imaginar, sonhar. Para a mente viajar.
Era o que o homo ergaster precisava para evoluir: imaginação. Essas pessoas deram origem há milhares de anos depois a uma nova espécie, outro personagem na história da evolução. Mas isso é assunto para o próximo episódio. No Tempo das Cavernas volta domingo que vem.
E hoje. ele causa tantos danos ... ;[


Por: Renata Lobo


Índios do Brasil

    Historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus à América havia aproximadamente 100 milhões de índios no continente. Só em território brasileiro, esse número chegava 5 milhões de nativos, aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertenciam: tupi-guaranis (região do litoral), macro-jê ou tapuias (região do Planalto Central), aruaques (Amazônia) e caraíbas (Amazônia).
    O primeiro contato entre índios e portugueses em 1500 foi de muita estranheza para ambas as partes. As duas culturas eram muito diferentes e pertenciam a mundos completamente distintos. Sabemos muito sobre os índios que viviam naquela época, graças a Carta de Pero Vaz de Caminha (escrivão da expedição de Pedro Álvares Cabral ) e também aos documentos deixados pelos padres jesuítas.
    Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho na tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca, guerra e derrubada das árvores.



   


                                                                                                            Por :Mariluce Eduardo

ESCRAVIDÃO NO BRASIL COLONIAL

            A escravidão começou no Brasil no século XVI. Os colonos portugueses começaram escravizando os índios, porém a oposição dos religiosos dificultou esta prática. Os colonos partiram para suas colônias na África e trouxeram os negros para trabalharem nos engenhos de açúcar da região Nordeste.                                        
       Os escravos também trabalharam nas minas de ouro, a partir da segunda metade do século XVIII.  Tanto nos engenhos quanto nas minas, os escravos executavam as tarefas mais duras, difíceis e perigosas.O transporte dos africanos para o Brasil era feito em navios negreiros que apresentavam péssimas condições. Muitos morriam durante a viagem.Os comerciantes de escravos vendiam os negros como se fossem mercadorias.










                                                                                                                    Por: Mariluce Eduardo

História dos Hebreus, Persas e Fenícios

História do povo hebreu

A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 AC, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã ( atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel.  
Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo hebreu. Por volta de 1700 AC, o povo hebreu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo hebreu ocorreu por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebeu as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficaram peregrinando pelo desrto, até receberem um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.

cultura e história dos hebreus Moisés recebendo as tábuas dos Dez Mandamentos

Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo.
Em 721 começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.
No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os hebreus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo hebreu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.

História dos Persas

Os persas, importante povo da antiguidade oriental, ocuparam a região da Pérsia (atual Irã). Este povo dedicou-se muito ao comércio, fazendo desta atividade sua principal fonte econômica. A política era toda dominada e feita pelo imperador, soberano absoluto que mandava em tudo e em todos. O rei era considerado um deus, desta forma, o poder era de direito divino.

Ciro, o grande, foi o mais importante imperador dos medos e persas. Durante seu governo ( 560 a.C - 529 a.C ), os persas conquistaram vários territórios, quase sempre através de guerras. Em 539 a.C, conquistou a Babilônia, levando o império de Helesponto até as fronteiras da Índia.

imperador dos persas - história Ciro, o grande: imperador Persa

A religião persa era dualista e tinha o nome de Zoroastrismo ou Masdeísmo, criada em homenagem a Zoroastro ou Zaratrusta, o profeta e líder espiritual criador da religião.

História dos Fenícios

A civilização fenícia desenvolveu-se na Fenícia, território do atual Líbano. No aspecto econômico, este povo dedicou-se e obteve muito sucesso no comércio marítimo. Mantinha contatos comerciais com vários povos da região do Oriente. As cidades fenícias que mais de desenvolveram na antiguidade foram Biblos, Tiro e Sidon.

história dos fenícios relevo de um barco fenício

A religião fenícia era politeísta e antropomórfica, sendo que cada cidade possuía seu deus (baal = senhor). Acreditavam que através do sacrifício de animais e de seres humanos podiam diminuir a ira dos deuses. Por isso, praticavam esses rituais com certa freqüência, principalmente antes de momentos importantes. 


                             
                                  Por:Manoela Pires
 

Linhas de Nazca

No deserto cálido de Nazca, situado no Peru, um dos maiores enigmas arqueológicos da Humanidade aguarda uma resposta da Ciência!
Em uma área de aproximadamente 525 quilômetros quadrados e com datação entre 200 antes de Cristo e 800 depois de Cristo, centenas de desenhos sulcados no solo se transformam em enormes figuras geométricas, linhas retilíneas que seguem por quilômetros, espirais e diversos desenhos de animais estilizados e figuras humanas, medindo por vezes, centenas de metros nos levam aos seguintes questionamentos: Como e quem, há milhares de anos atrás, desenhou essas gigantescas figuras, se a única forma de visualizá-las perfeitamente seria a uma altitude de aproximadamente 300 metros? Quais eram as intenções desses geoglifos? Seria uma pista de aterrissagem extraterrestre?

 Desenho enigmático do ‘El Astronauta’ (Fonte: Arquivo GUG)

MUITAS TEORIAS

Dezenas de hipóteses já foram formuladas para tentar desvendar os mistérios das linhas de Nazca. Contudo, até hoje não existe
uma só teoria que seja conclusiva. Vejamos abaixo 6 delas:
1.     Sinais e pistas de aterrissagem para extraterrestres: O suíço Erich Von Däniken, em seus dois livros, “Eram os Deuses Astronautas?”, de 1968 e “O Retorno dos Deuses”, de 1998, aborda esta teoria que motivou o crescimento do turismo na região e também de diversas especulações de que qualquer imagem mostrando um homem voador seria interpretada como um “deus astronauta”. Defendia ainda, que estes alienígenas visitaram Nazca em tempos imemoriais e que as pistas resultariam dos gases produzidos pelas turbinas das naves; 
 
2.     Calendário astronômico e agrícola: Segundo o pesquisador Paul Kosok e a pesquisadora Dra. Maria Reiche, que dedicou sua vida inteira na resolução do enigma, concluiu que as figuras geométricas formariam um gigantesco calendário astronômico. As linhas constituem os solstícios, as posições e mudanças das estrelas. Sua teoria foi corroborada pelo astrônomo peruano Luis Mazzoti. Ela associou os signos do zodíaco a doze figuras conforme abaixo:
- Signo de Sagitário (24/11 a 21/12): Colibri; 
- Signo de Capricórnio (22/12 a 20/01): Fragata; 
- Signo de Aquário (21/01 a 19/02): Raiz; 
- Signo de Peixes (20/02 a 20/03): Peixes; 
- Signo de Áries (21/03 a 20/04): Cachorro; 
- Signo de Touro (21/04 a 21/05): Mãos; 
- Signo de Gêmeos (22/05 a 21/06): Árvore; 
- Signo de Câncer (22/06 a 21/07): Lagarto; 
- Signo de Leão (22/07 a 23/08): Iguana; 
- Signo de Virgem (24/08 a 23/09): Aranha; 
- Signo de Libra (24/09 a 23/10): Condor; 
- Signo de Escorpião (24/10 a 23/11): Macaco. 
 
3.     Estradas dos antigos Nazcas: Os astrônomos e antropólogos norte-americanos, Anthony Aveni, Gary Urton e Persis Clarkson dizem que as linhas retas mais longas seriam caminhos que conduzem aos lugares sagrados. Entretanto, até hoje não foram encontradas ruínas no final das linhas que corroborassem esta hipótese. 
 
4.     Mensagem para os extraterrestres: Ufólogos especulam dizendo que tais símbolos seriam uma forma de mensagem para os “deuses extraterrestres”; 
 
5.     Influência da astronomia Maia: O autor Gilbert de Jong encontrou similaridade entre as ruínas de Izapa, no Iucatã e os pictogramas de Nazca, o que poderia indicar esta influência. 
 
6.     A Teoria do Dilúvio: O autor australiano Robert Bast, afirma que todas as formas animais representadas no deserto de Nazca seriam em memória aos animais desaparecidos no Dilúvio.

Por: Renata Lobo