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sábado, 4 de junho de 2011

Mitologia Egípcia

  Os deuses do antigo Egito, foram Faraós. Assim, os mitos foram inspirados em histórias que aconteceram de verdade, milhares de anos antes de sua criação.
Para a cultura do antigo Egito o casamento entre famílias mantinham o sentido de complemento, unir céu e terra, secos e úmidos, por essa razão diversos deuses eram irmãos que se casavam entre si.
 Osíris foi o primeiro Faraó e, que com o passar do tempo foi divinizado. Seu reinado em vida marcou uma época de prosperidade e ao morrer passou a ser o soberano do reino dos mortos.
Os deuses egípcios eram representados sobre forma humana, ou sobre  forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmam que neles encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o "deus" não residia em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.

 Um dos Deus do Egito era: Nun: Era uma divindade primitiva, personificava o abismo líquido ou as águas primordiais, no qual o mundo foi criado. Era sem duvida a divindade mais velhas de todos e a mais sábia.



 Por: Jaiane Veras ..

Povoação da Terra.

1. Introdução
Ao considerar a história do homem, o ponto de início pode ser o episódio de grande extinção 65 milhões de anos atrás, denominada transição K-T (cretáceo-terciário), no qual os dinossauros foram extintos, deixando nichos livres para mamíferos prosperarem. Os primeiros mamíferos surgiram durante o período Triássico, de 230 a 185 milhões de anos atrás, mas o mundo animal estava sob domínio dos dinossauros e os mamíferos permaneceram bem limitados no tamanho físico e na diversidade. Antes da transição K-T o número de famílias reconhecidas de mamíferos era somente 15 e cinco delas foram extintas na transição. Durante os próximos 10 milhões de anos o número de famílias aumentou de 10 para 78 e até 45 milhões de anos atrás todos os grupos principais de mamíferos existentes hoje já se desenvolveram basicamente [1]. Atualmente há cerca de 4260 espécies de mamíferos.
Dentro da classe mamífera o gênero homo pertence à ordem primata que inclui 11 famílias cobrindo gêneros e espécies como lêmures, macacos, chimpanzés e gorila. Atualmente a família pongidae inclui quatro gêneros: pongo (orangotango, 1 espécie), pan (chimpanzé, 2 espécies), gorila (gorila, 1 espécie) e homo (homem, 1 espécie) [2]. O homem atual, espécie homo sapiens, é o resultado da evolução dos mamíferos e primatas ao longo dos milhões de anos. Os primeiros primatas provavelmente desenvolveram-se até 60 milhões de anos atrás e eram animais similares aos esquilos de hoje [3]. Macacos evoluíram cerca de 35 milhões de anos atrás: vários gêneros foram identificados em fósseis. O grupo de primatas mais próximos ao homem, como gorila e chimpanzés, denominado apes, evoluiu dos macacos na época mioceno, de 23 a 5 milhões de anos atrás e no final desta época, entre 5 e 7 milhões de anos atrás, a linha de hominídeos ancestrais do homo sapiens separou se dos outros apes africanos [4]. (Há variações na divisão de épocas geológicas e na classificação de animais entre referências, por exemplo Ref. [5] e as citadas acima.)
Os conhecimentos e as controvérsias atuais sobre a evolução humana estão sumariados numa série de artigos na revista National Geographic [4, 6-12]. Aparentemente há muitas incertezas e continuam intensas pesquisas mas estudos dos fósseis mostram o seguinte. Cerca de 2,5 milhões de anos atrás surgiu o gênero homo e foram descobertos fósseis de diversas espécies que apareceram desde então antes da evolução do homem atual entre 100 e 200 mil anos atrás: como homo habilis, homo rudolfensis, homo ergaster, homo erectus, e homo sapiens arcaico como neandertal. Com consenso da maioria dos cientistas da área é considerado que as espécies do gênero homo surgiram e evoluíram na África e migraram aos outros continentes. Fósseis indicam que até 1,8 milhões de anos atrás hominídeos ocupavam diversas regiões do continente Eurásia. Há cientistas que acreditam que hominídeos evoluíram em diversos locais independentemente. Todas as espécies homo, exceto a espécie homo sapiens, foram extintas dezenas ou centenas de milhares de anos atrás, sendo a última a neandertal, extinta cerca de 30 mil anos atrás. A vida destas espécies era basicamente de caça e colheita, como dos apes de hoje, mas indicações de habilidades de organização social, uso de ferramentas e vida espiritual foram encontradas em pesquisas arqueológicas, como caça de grandes animais com lanças de madeira 400.000 anos atrás e pinturas nas paredes de cavernas e rochas [8]. As características normalmente associadas com a civilização, como comunidade urbana, organização política, grandes arquiteturas, monumentos, rituais religiosos e a escrita, desenvolveram se lentamente. As primeiras civilizações surgiram-se 5 a 6 mil anos atrás na mesopotâmia no Oriente Médio e em outros locais.
O surgimento e a evolução da civilização vêm sendo esclarecidos pela ciência, principalmente arqueologia, e estão descritos em diversas páginas da Internet, além dos meios mais tradicionais como livros e revistas. As impressões mais marcantes ao ler estas páginas são de que a história humana é repleta de conflitos desde os tempos das primeiras civilizações, certamente antes delas também, e que muitos dos conflitos, envolvendo mortes e misérias em grandes escalas, são tratados como acontecimentos contribuintes ao desenvolvimento da humanidade.
Nesta página são sumariados a evolução da civilização, a povoação humana da Terra e os conflitos e sofrimentos que fazem parte constante da história humana.
2. Expansão da povoação
Espécies do gênero homo ocupavam o continente Eurásia há mais de um milhão de anos atrás. A espécie homo sapiens evoluiu entre 100 e 200 mil anos atrás na África e migrou para o continente Eurásia, chegando à Austrália cerca de 60.000 anos atrás. A data e o modo de chegada às Américas estão sendo discutidos entre cientistas. A arqueologia mostra que as Américas estavam ocupadas 18.000 anos atrás, no final da última era de geleira quando o nível do mar era cerca de 125 m mais baixo do que o atual. O modo estipulado como mais provável desta migração é pela terra que existia entre a Sibéria e o Alaska 
3. Primeiras civilizações
Os ancestrais do homem continuaram a sua existência baseada na caça, colheita e pesca durante centenas de milhares de anos, vivendo em pequenos bandos, abrigados em cavernas, e explorando e povoando o mundo em volta. A formação de comunidades maiores em locais fixos precisava do desenvolvimento da agricultura, que ocorreu em torno de 9.000 aC na Mesopotâmia, uma região em volta dos rios Tigre e Eufrates no Oriente Médio, com terras formadas por sedimentos férteis trazidos pelos dois rios, com abundante água que vêm das neves nas montanhas em volta. Diversas comunidades surgiram e a primeira civilização reconhecida pela ciência de hoje desenvolveu-se na Suméria, região baixa dos rios. A arqueologia reconhece várias cidades datadas de 3100 aC [18, 21]. A civilização surgiu em outras regiões do mundo também, como Egito, Creta (uma ilha na Grécia), China, e Vale do Indo (atual Paquistão e parte oeste da Índia). No Egito a primeira dinastia foi estabelecida até 3100 aC [22]. No Vale do Indo e em Creta houve civilizações urbanas até 2500 aC e na China a primeira dinastia, Shang, foi estabelecida até 1766 aC [23, 24].
A arqueologia mostra que os centros destas civilizações eram cidades fortalecidas, indicando conflitos com outras comunidades em volta. A estratificação social estava bem estabelecida, com classes de poder político e religioso e de diversas profissões, simbolizada por palácios e templos e pelas escritas, algumas das quais ainda não foram decifradas. As cinco civilizações citadas não eram isoladas uma das outras. Houve comércio entre elas, que aumentaram com o tempo. As cidades-estados arqueológicas são símbolos das civilizações históricas mas a existência humana não era limitada a elas. Pelo contrário a maioria do povo vivia fora das cidades, como agricultores e trabalhadores para a construção de monumentos e obras públicas. No Oriente Médio, diversos povos de diferentes origens estavam espalhados em outros locais da região chamada crescente fértil, que se estende do golfo pérsico até o Mar Mediterrâneo: a Ref. [21] lista oito povos somente na região da Mesopotâmia. Em outras regiões do continente houve outros povos que invadiram, conquistaram ou influenciaram as civilizações da Mesopotâmia.

Por:Mylena Souza .




Por :Taíse Dourado

sexta-feira, 3 de junho de 2011

OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE: O CÓDIGO DE HAMURÁBI

Uma das coisas mais notáveis da civilização babilônica foi a criação do código de hamurábi. O código era uma lista de leis que determinavam como deveriam viver os habitantes do reino. A principal idéia do código de hamurábi era a do "olho por olho, dente por dente". Para  você enteder melhor o que isso significava: se um nobre brigasse com outro nobre e furasse o olho do adversário, cegando-o, a lei dizia que ele deveria ter seu olho furado também. Se um arquiteto construísse uma casa e ela caisse, matando o filho do morador, o castigo seria a pena de morte para o filho do arquiteto.
Mas essas leis só valiam para as pessoas do mesmo grupo social. se fosse em relação a um grupo social inferior, a pena seria branda. Por exemplo, se um nobre cegasse um camponês ou um escravo, seu castigo seria apenas o pagamento de uma multa.
Leis rigorosas, não é mesmo? algumas leis pareciam mais justas. por exemplo, se um homem construísse mal um canal e inundasse as terras do vizinho, deveria pagar pela colheita destuída pelo alagamento.                                                                                                            
 
nesta pedra negra (basalto) está escrito o famosso código de hamurábi.
ela mostra uma deusa entregando as tábuas da lei para o rei babilônio.

por: jamile pereira da silva

A BABILÔNIA

     A babilônia era uma grande cidade-estado localizada perto do encontro entre o tigre e o Eufrates. Por ela passavam muitos mercadores carregando produtos do oriente para o ocidente. Esses comerciantes ajudaram a enriquecer a babilônia.
O rei mais importante da babilônia foi Hamurábi. Por volta de 2000 a. C., por intermédio da guerra, ele comandou a conquista das cidades sumérias. Essas cidades passaram a ser governadas por homens de confiança de Hamurábi. Todas pagavam impostos para a babilônia, que se tornou a cidade mais importante da mesopotâmia.
A maior parte das terras pertencia ao estado e à nobreza. Os camponeses que viviam nelas pagavam impostos em produtos ao rei e aos nobres.
Comunidades aldeãs (grupos de famílias que viviam juntas e trabalhavam numa aldeia rural) e camponeses também podiam ter terras. Mas pagavam tributos ao rei. Além disso, em certas épocas deviam trabalhar de graça nas terras do estado.
Os escravos não eram muito numerosos. A maioria era mulheres, utilizadas nos serviços domésticos (limpeza, cozinha, tecelagem).

O código de Hamurabi era um conjunto de leis criadas pelo rei e que estabeleciam o domínio da nobreza na sociedade babilônica.
A mesopotâmia era uma região atravessada por muitos povos guerreiros. Por isso, nenhuma civilização durava muito tempo. A babilônia também acabaria sendo destruída por invasões de outros povos, como os cassitas e os hititas.

  POR: JAMILE PEREIRA DA SILVA

CRIACIONISMO X EVOLUCIONISMO

Debate recorrente entre os defendem as duas formas de se entender como surgiu a humanidade nos leva ter um interesse maior sobre o que significa e como se desenvolveu essas linhas de pensamento sobre a criação do mundo.

 É um duelo fascinante: há 151 anos, desde a primeira publicação do livro A Origem das Espécies, de Charles Darwin, duas concepções distintas sobre a origem da vida se opõem na cultura ocidental. As teorias do criacionismo e do evolucionismo se apresentam de maneiras bem diferentes, com algo em comum: nenhuma das duas pode ser comprovada em Laboratório. Afinal, o que realmente pregam essas teorias?

O criacionismo prega a existência de um Deus criador, que empregou seu poder sobrenatural para criar tudo conforme seu divino propósito. Isso sendo revelado em um livro que foi escrito por mais de 40 autores em um período de mais 3.500 anos. Esse livro, que é mais conhecido como a Bíblia Sagrada, em uma das suas citações sobre a criação, diz no livro de Salmos capítulo33, versos6 e 9: “Pela palavra do senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca. Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.”. O Alcorão, que é o livro sagrado para o Islamismo, compartilha a visão bíblica da criação, e contém o seguinte resumo: ”Vosso senhor é Allah, que criou os céus e a terra em seis dias, assumindo, em seguida, o trono. Ele ensombrece o dia com á noite, que o sucede incessantemente. O sol, a lua e as estrelas estão submetidos ao seu comando. Acaso, não lhe pertencem à criação e o poder? Bendito seja Allah, senhor do universo.” Alcorão, capitulo 7, verso 54.

Já o evolucionismo surgiu a partir do século XIX, quando alguns cientistas propuseram novas teorias sobre a origem da vida na terra, contradizendo assim o criacionismo. Uma das teorias, que alavancou o evolucionismo na época, foi a do então jovem naturalista Charles Darwin, que em uma viajem às Ilhas Galápagos, descobriu espécies de animais únicas e diferentes naquele arquipélago. As descobertas de Darwin resultaram na formulação da teoria de seleção natural das espécies, e na publicação do livro A Origem das espécies, em 1859. Esse livro ajudou a formular o pensamento cientifico moderno sobre a origem humana.
Entre os cientistas evolucionistas, a teoria da grande explosão - o Big Bang - apoiada na teoria de Darwin, tem sido aceita por muitos como o começo da história que conhecemos hoje. Essa teoria afirma que toda a matéria existente no universo derivou de uma massa de partícula subatômica altamente aquecida e comprimida que explodiu há cerca de 10 a 15 bilhões de anos. Segundo a teoria, a grande explosão de energia criativa deu inicio ao universo, às galáxias, às estrelas, aos planetas, e finalmente, a toda a espécie de vida e matéria existente.
Somos nós os resultados de uma explosão? Ou somos criação de um ser supremo, seja ele o Allah, do Alcorão, ou o Deus da Bíblia?
Fonte: www.unicesp.edu.br                                                                                                                        

 Por: Aissa Bagano
 
   -   Segue aí o link do nosso trabalho que está disposto em slide . Quem quiser conferir , sinta-se à vontade para ver !


   Slide-Babilônia ( CLIQUE AQUI )


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     Por :Taíse Dourado